A morte do professor Marcelo Polezzi, 35, continua marcada pelo mistério. A polícia ainda não conseguiu ouvir a esposa da vítima, que está internada no hospital psiquiátrico Alan kardec. Rita de Cássia Polezzi está sedada com medicamentos e os investigadores aguardam seu restabelecimento para ouvi-la no caso.
Passados três dias da morte do professor de matemática, que foi encontrado com uma facada no abdômen no último sábado na casa de seu sogro, tudo ainda está confuso no que diz respeito às circunstâncias do crime. A polícia continua trabalhando com duas hipóteses: homicídio ou suicídio. Agentes da divisão de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), comandados pelo delegado Márcio Murari, começaram a ouvir pessoas ligadas ao casal.
Apesar dos pais da vítima afirmarem em entrevista ao Comércio que não cobrariam das autoridades empenho nas investigações, pois consideram o fato como um acidente, a polícia vai começar a chamar familiares para esclarecimentos de alguns pontos. "Já mantive contato com alguns familiares e investigaremos todos os fatos o mais rápido possível", disse Murari.
Na tarde de sábado, Polezzi foi encontrado caído no quintal da casa de seu sogro, na Cidade Nova, gritando por socorro. A esposa da vítima, a cientista Rita Polezzi, segundo sua família, estava perto do portão da casa e, ao ouvir os gritos do marido, foi ver o que tinha acontecido. Ao se deparar com Polezzi caído, Rita entrou em estado de choque.
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