Quando da extinção do Dinfra, todos os meios de comunicação, inclusive o Comércio, questionaram quais seriam os reais prejuízos que a finalização da empresa causaria à cidade. Está aí: o mau gerenciamento do transporte é um deles. O que se viu foi apenas a transferência da receita da taxa de gerenciamento (5% da receita, cerca de R$ 75 mil a cada mês) para a Emdef, sem resultados concretos. A Emdef não tem pessoas qualificadas para gerenciar e controlar o transporte coletivo urbano. A competência de Celso Antônio Dias (gerente da Empresa São José) é indiscutível, caso contrário, não ocuparia o mesmo posto por tanto tempo. Mas é o lobo tomando conta do cordeiro.
Elson Daniel Guilherme
é leitor do Comércio da Franca
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