O principal assunto do chamado “Pacto da Saúde”, que poderá ser firmado entre o município de Franca e a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, é a Santa Casa. Mesmo sendo o tema do acordo, entretanto, o hospital não foi chamado sequer para ouvir as negociações sobre seu futuro.
A diretoria da Santa Casa diz “torcer” para que se chegue a uma decisão rápida. O termo não poderia ser mais correto, já que também não participarão do encontro de quarta-feira em São Paulo que definirá o futuro do hospital.
Na ocasião, a principal questão a ser debatida é a verba repassada pelo SUS, insuficiente para cobrir todas as despesas da Santa Casa. De acordo com a diretoria da entidade, todo mês é registrada uma defasagem de mais de R$ 800 mil.
O governo estadual se dispõe a colocar dinheiro na Santa Casa, desde que também administre a verba do SUS, o que hoje é feito pela Prefeitura de Franca.
Curiosamente alheia à situação, a Santa Casa limita-se ao passivo papel de esperar. “O desejo é que a situação da Santa Casa se resolva o mais rápido possível. Não importa quem vai administrar. Só que a situação da Santa Casa não pode continuar como está”, disse o superintendente da instituição, Fernando Bueno
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