Pivô Edu pode jogar no Teixeira


| Tempo de leitura: 2 min
O experiente pivô Edu Mineiro, 37, pode voltar a jogar basquete. Pelo Teixeira. Ele está parado desde que seu contrato com o Unimed/Franca venceu, em meados de 2006, e desde então não tem vínculo com clube algum. “Estou conversando e vendo se quero mesmo voltar a jogar. Mas estou ajudando o Teixeira Basquete. Serei mais um colaborador”, disse o pivô. Até o fim da semana que vem, ele resolverá sobre seu eventual retorno às quadras. “Estou só fazendo academia, então preciso resolver logo para voltar a treinar regularmente”, disse o jogador. O Teixeira disputará este ano a Liga Regional e o Campeonato Paulista da Série A-2. Edu revelou que não participará dos primeiros jogos da Liga. “Estou um pouco fora de forma pois fiquei muito tempo sem treinar, apenas fazendo academia, mas continuo com muita disposição”, disse. Edu também contou que, caso volte às quadras, é a segunda vez que defenderá uma equipe na segunda divisão. A primeira foi no ano seguinte da formação do extinto Dharma. “O Dharma foi montado em 95 e como todo time novo, precisa começar pela segunda divisão do Estadual. O time foi campeão nesse ano e ganhou a vaga na elite do Paulista e na segunda divisão do Brasileiro. Em 96, eu entrei para a equipe”, disse o jogador que atualmente trabalha com laticínios. O jogador fez questão de falar do projeto da equipe, que é revelar talentos e dar chances aos atletas que não têm espaço em outros times. “O interesse não é contratar jogadores profissionais, até porque a verba que o time tem não possibilita isso. A intenção é dar espaço para quem gosta de jogar”, disse. “Aliás, o time está atrás de colaboradores”, completou. Quanto ao seu desligamento do Unimed/Franca, Edu disse que, apesar de ter passado vários meses, ainda não foi oficialmente dispensado pelo clube. “Ainda não me ligaram nem para falar que não tinham interesse em renovar comigo. Achei uma falta de respeito”, disse.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários