Diante dos francanos, Libertad derrota Malvín no ‘El Cilindro’


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O Malvín, de Montevidéu, uma espécie de Flamengo do basquete uruguaio, por causa de sua numerosa e fanática torcida, não soube aproveitar a oportunidade de jogar em casa, ou seja no Ginásio “El Cilindro”. Toda a comissão técnica e o grupo de jogadores do Unimed/Franca assistiram, anteontem, a partida no ginásio. Os uruguaios foram derrotados pelo Libertad, da Argentina, por 83 a 79 (44 a 33 para o Malvín no primeiro tempo). A partida foi a primeira da série melhor-de-três pelas quartas-de-final da Liga Sul-Americana. Agora, basta uma vitória para os argentinos, em seus domínios, para que alcancem as semifinais. O vencedor da série poderá pegar o Unimed/Franca somente em uma eventual final. A partida foi dominada o tempo todo pelo Malvín, que venceu os três primeiros quartos. No período final, no entanto, os uruguaios abusaram das faltas e permitiram que o Libertad encostasse e virasse o marcador nos últimos cinco minutos da partida. O treinador e os jogadores do Malvín, além da fervorosa torcida (que lotou dois ônibus para Franca, na primeira fase da competição), questionaram muito a arbitragem do brasileiro Cristiano Maranho e do venezuelano Daniel Delgado. Segundo o El Pais, de Montevidéu, eles “carregaram” os uruguaios de faltas. Para os jogadores do Unimed/Franca, que assistiram à partida, as reclamações não se justificam. “O Maranho, principalmente, apitou muito bem. Deu um monte de técnica nos argentinos. O problema é que eles são muito melhores que o Malvín, que se matava em quadra enquanto o Libertad jogava no mesmo ritmo”, disse o ala Cauê. “A arbitragem em nada influenciou”, concordou o pivô William.

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