Um homem de mais de mil facetas


| Tempo de leitura: 2 min
Chupa-cabra é visto enquanto corre pelo circo atrás das crianças que erraram na brincadeira “morto-vivo”: muitas gargalhadas e euforia na platéia
Chupa-cabra é visto enquanto corre pelo circo atrás das crianças que erraram na brincadeira “morto-vivo”: muitas gargalhadas e euforia na platéia
“Começa! Começa!” Quem passou pelo Jardim Palmeiras na noite de quarta-feira pôde escutar os gritos que ecoavam da platéia formada por 50 pessoas no Circo Show. A ordem foi atendida. Às 21h20, o locutor Jovaldo Barbosa Júnior, com sua jaqueta de paetês dourados brilhantes, atravessou a lona azul e branca e após o famoso “Boa noite, senhoras e senhores” anunciou a entrada do equilibrista Cláudio. Vestido com regata roxa, calça azul clara e cinto de paetês da mesma cor, ele apareceu no picadeiro formado por uma lona no chão de terra e apresentou o primeiro número da noite. Equilibrando um disco na testa, duas garrafas de vidro no queixo, uma mesa, uma cadeira e até uma bicicleta no rosto, encantou os que assistiam ao espetáculo das arquibancadas improvisadas. Em seguida, foi a vez de a platéia participar. As primeiras convocadas foram as jovens Ana Paula e Naiara. Elas deixaram a arquibancada para segurar tiras de jornal nas mãos e na boca para serem cortadas com o chicote dominado por André Bartollo. Não tiveram medo. Depois das chicotadas, André “encarnou” o homem da pele de gelo. No escuro, passou tochas de fogo nos braços, soprou chamas gigantes e as apagou com as mãos. O banho de querosene que toma antes de entrar no picadeiro impede que se queime. Era seu show final. No picadeiro, seu lugar foi ocupado pelos palhaços Furreca e Amendoim. O último ainda se equilibrou sobre uma pequena tábua em cima de um cone. Nesta posição, passou um bambolê pelo corpo. Muitas palmas para ele. Antes de terminar, mais festa. Crianças foram escolhidas pelo locutor Jovaldo para brincar de “vivo-morto”. O circo “pegou fogo” nessa hora. Quem errava era perseguido pelo chupa-cabra. Não, não era o bicho misterioso, mas um rapaz vestido com máscara de monstro, roupa vermelha e um pedaço de madeira nas mãos que corria atrás dos perdedores. Para finalizar a festa, um concurso de dança sacudiu o palco. Os aplausos da platéia definiram o ganhador. Ele ganharia um brinde de uma loja do bairro. O espetáculo durou uma hora e meia.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários