Franca não tem uma festa popular


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Franca não tem um acontecimento popular que possa atrair o turismo para a cidade, como ocorre em pequenas cidades da região. Batatais, Sertãozinho, Barretos, Cássia, Pratápolis, São Tomás de Aquino e agora Restinga com sua Festa do peão. Estas cidades vizinhas arrastam todos os anos milhares de pessoas em suas festas populares, ou mesmo explorando as belezas naturais de suas terras, caso de Rifaina e Delfinópolis. Uma festa popular pode ser definida como uma manifestação cuja intensidade ultrapasse os limites de uma atividade festiva individual, abrangendo o coletivo. O Carnaval, por exemplo, é a festa mais popular do Brasil, mas em Franca fica em segundo plano, apesar dos esforços da Prefeitura, que, mesmo com dificuldades, repassou uma verba este ano de 116 mil reais para as escolas e blocos. Pouco, levando-se em conta que somente em Ribeirão Preto, Batatais e Sertãozinho foram investidos mais de um milhão de reais entre os repasses de verbas às escolas, premiações e obras de infra-estrutura. Para que Franca possa atrair foliões de outras cidades para o Carnaval, é preciso que as escolas e blocos não se acomodem, dependendo apenas da ajuda municipal. O Carnaval também é sinônimo de solidariedade e trabalho. Seja em escolas de samba, que durante todo o ano mostram sua força em projetos sociais aplicados nas comunidades, seja em programas que mostram as raízes do Carnaval, muitas vezes esquecidas, além de parcerias com a iniciativa privada. Só assim, num futuro próximo, Franca poderá segurar os foliões que, no Carnaval passado, preferiram se divertir em cidades vizinhas. Nem o prefeito Sidnei Rocha ficou em Franca. Preferiu seu rancho em Rifaina para descansar. Em Cássia, o Carnaval foi um dos mais animados da região. A folia começou na sexta-feira e só terminou depois que o sol nasceu na quarta-feira de cinzas, levando dezenas de francanos para a vizinha cidade. O resultado que se viu foram ruas vazias em Franca, comércio fechado e poucos carros circulando no período da sexta-feira que antecedeu o início do Carnaval até o meio-dia da quarta-feira de cinzas. Só não foi uma verdadeira cidade fantasma porque teve sambódromo, na Integração. Correu até a piada de que o último a sair de Franca no Carnaval não deveria se esquecer de fechar a porteira. A pequena Santa Rita de Cássia, que se emancipou em 1890 e passou a ser apenas Cássia em 1919, tem outra festa popular que atrai turistas de todas as partes do Brasil: as congadas, também com muito sucesso em São Tomás de Aquino. Lembrando ainda a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, Batatais e Restinga, do leite em Batatais, a Agrishow em Ribeirão Preto, encontro de motos e bandas em Guará e tantas outras. E a nossa Francal? Começou aqui na cidade, atraia turistas, produtores e compradores, hoje está em São Paulo. Nossas autoridades precisam compreender que as festas populares e religiosas traduzem a cultura popular, a linguagem do povo, tudo que vem dele e de sua alma. Essas celebrações reafirmam laços sociais e raízes que aproximam os homens, movimentam e resgatam lembranças e emoções e movimentam uma cidade, trazendo divisas para o município. GESTÃO EMPRESARIAL Uma empresa entendeu que estava na hora de mudar o estilo de gestão e contratou um novo gerente geral, que veio determinado a agitar as bases e tornar a empresa mais produtiva. No primeiro dia, acompanhado dos principais assessores, fez uma inspeção em toda a empresa. No armazém todos estavam trabalhando, mas um rapaz novo estava encostado na parede com as mãos no bolso. Vendo uma boa oportunidade de demonstrar a sua nova filosofia de trabalho, o novo gerente perguntou ao rapaz: - Quanto é que você ganha por mês? - Trezentos reais... Respondeu o rapaz sem saber do que se tratava. O administrador tirou os R$ 300,00 do bolso e os deu ao rapaz, dizendo: - Aqui está o seu salário deste mês. Agora desapareça e não volte aqui nunca mais! O rapaz guardou o dinheiro e saiu, conforme as ordens recebidas. O gerente então, enchendo o peito, pergunta ao grupo de operários: - Algum de vocês sabe o que este tipo fazia aqui? - Sim senhor, responderam atônitos os operários. - Veio entregar uma pizza e estava aguardando o troco. NOVO CRIME Pasmem! Uma nova modalidade de crime em Franca. Ladrões estão levando os relógios que acusam a conta de luz da CPFL e que, normalmente, para facilitar a leitura, ficam expostos na frente das residências. Descobriram que nesses relógios tem um pequeno cano de cobre e resolveram fazer dinheiro. Várias queixas já foram registradas nas delegacias de Franca. Mesmo com o boletim de ocorrência, quando o cidadão lesado solicita outro relógio à CPFL, tem que arcar com o custo: 49 reais a mais em sua conta de energia. Desse jeito, onde vamos parar? Saudade dos tempos em que furtavam apenas galinhas de madrugada. EXCLUSIVO O grupo francês Leroy Merlin, um dos maiores do mundo na venda de materiais para construção, deve abrir uma loja em Franca. Comenta-se que local escolhido por essa multinacional para o funcionamento da nova loja é o antigo prédio onde estava a firma Calçados Democrata, na rua Coronel Tamarindo, esquina com a Evangelista de Lima. Representantes dessa gigante no ramo de materiais para construção estiveram vistoriando o local na semana passada. A Leroy Merlin trabalha com materiais básicos, madeiras, elétrica, ferramentas, tapetes, cerâmica, sanitários, encanamentos, jardinagem, ferragens, ordenação, pintura, decoração e iluminação. Tem ainda serviços de corte de madeira e vidros, enquadramento, cortinas sob medida, lanchonete, cozinhas, armários planejados e entrega em domicílio. Geração de novos empregos à vista e mais uma conquista para Franca.

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