Uma folha de uma árvore não cai sem a permissão de Deus. Há um tempo determinado para todas as coisas. Tiago Brandão tinha que estar lá (fotografando a mãe que se atirou em poço para salvar seu filho, mesmo sem saber nadar) para mostrar a tantas outras mães o que é o amor maternal verdadeiro. De outro lado, tem aquela outra mãe, que atirou sua bebezinha (sic) ao rio. Também lá havia um repórter fotográfico fazendo seu trabalho e mostrando ao mundo a maldade daquela “monstruosa criatura” que não podia ser chamada de lá. Ambos são fotógrafos. Um mostrou como as mães não devem ser. Tiago mostrou como as mães devem ser. Agradeço a Deus pelo trabalho de ambos. Duas tragédias quase consumadas, extremos uma da outra mas capazes de mostrar a distância entre mães que merecem e que não merecem ser chamadas de mães. Deus abençoe estes profissionais.
Jackeline
reside em Descalvado (SP) e é leitora do Comércio da Franca
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