MP pode parar Ciretran


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Lendo a matéria em foco chego mais uma vez à conclusão que o certo e o errado têm limites muito tênues. Atente para a declaração do Dr. Marcelo Caleiro (Delegado de Trânsito de Franca) ao Ministério Público: "Não tem como a Ciretran funcionar sem estas pessoas". É. Se os benevolentes senhores despachantes não tivessem cedido 13 funcionários graciosamente ao Estado, a Ciretran não teria mesmo como funcionar. A Câmara Municipal, que vira e mexe faz moções de apoio a quem se dedica à cidade, por que não faz logo outro, para os despachantes que auxiliam a Ciretran? O próprio Dr. Marcelo Caleiro, que é vereador, deveria encaminhar um projeto neste sentido. O outro lado da moeda: o Código Penal, na parte que trata de crimes cometidos por funcionários públicos, diz que quem aceita favores de fiscalizado comete crime. Me espantam estes assuntos. Espero que haja um desfecho moralizador para o caso e que a sociedade tenha uma resposta adequada para continuar acreditando no princípio da transparência que deve reger a coisa pública. Ademir da Rosa é leitor do Comércio da Franca

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