`Todo plantão tem batida em poste`


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Funcionário da CPFL, Renildo do Carmo, 45, estava de plantão na madrugada de sábado para domingo. Acionado, esteve na Avenida Adhemar Polo Filho para reparar os danos causados pelo veículo de Bruno Boareto a um poste. Após o resgate, falou com o Comércio. Veja os principais pontos da conversa. Comércio - Pelos estragos, é possível arriscar a velocidade do carro? Ronaldo do Carmo - Está claro que ele estava muito rápido. Só a polícia pode dizer com certeza, mas, para entortar um poste, a velocidade não pode ser baixa. Comércio: Dá pra chutar uns 120 quilômetros? Ronaldo - É complicado. Mas a menos de 100 ele não estava. Não seria possível. Estava bem rápido. Comércio - Esse tipo de ocorrência é comum? Ronaldo - Muito comum. Praticamente todo plantão a gente atende a esse tipo de ocorrência, ainda mais nos fins de semana. O pessoal sai, exagera e acaba batendo e danificando os postes. Comércio - O senhor participou diretamente do resgate ajudando na iluminação. Havia bebidas ou latas de cerveja no carro? Ronaldo - Acho que isso quem deve comentar é a polícia. Prefiro não dizer nada. Comércio - E sobre o resgate em si, como foi? O trabalho foi muito complicado? Ronaldo - Nós chegamos quando os bombeiros já estavam aqui e iluminamos o veículo. Foi muito feio e deu muito trabalho porque a cabeça dele (Bruno) estava prensada e o companheiro do banco de trás estava preso ao lado do menino que morreu. Mas fizemos o nosso trabalho.

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