A que ponto chegamos! Tentar adivinhar o desfecho de algo que poderia não ter ocorrido e ainda terminar sua mensagem com um “(...) ele fez um grande favor à cidade retirando de circulação” (Opinião do Leitor, publicada pelo Comércio em 2 de março). Ninguém tem o direito de dispor da vida do outro! A violência como remédio não cura. A história mostra que não tem sentido utilizar este “método’. O fato de matar independe da condição social e deve ser julgado, para que a sociedade encontre seu equilíbrio. O problema é muito mais sério e julgamentos precipitados podem criar uma falsa idéia de Justiça.
Regina Marti Hernandez
é leitora do Comércio da Franca
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