Vou provar que não tenho nada a ver, diz segurança


| Tempo de leitura: 1 min
O segurança Ricardo Rodrigues Borges, 34, preso durante a operação da DIG, quarta-feira, rebateu as acusações de pertencer a alguma quadrilha. Também negou que tenha qualquer tipo de envolvimento em furtos a bancos. “Não tenho ligação com crimes. Só fui preso porque conheço os caras. Estou com a consciência tranqüila”. Apesar de se dizer inocente, não soube explicar o que fazia na casa que funcionaria como quartel general dos criminosos, na divisa de Rifaina com Miguelópolis (MG). “Conheço o Igor e desci para lá. Não iria fazer nada. Só fui lá, mesmo”. Ricardo diz trabalhar como pespontador e fazer alguns bicos como segurança. Já foi detido por porte ilegal de arma. Ao comentar o fato, procurou minimizar a importância da ocorrência. “Por causa da profissão, estava armado. Não era só eu. Eram vários seguranças. Agora, tô respondendo esse processo”. Ele disse desconhecer a existência de maçaricos, armas e munições na casa onde participaria de uma churrascada. “Me arrependi de descer para lá. Foi a primeira vez. Levei um susto danado ao ver aquele monte de policiais. Fiquei sem saber o que fazer”. Há cerca de um mês, policiais da DIG apreenderam um maçarico na casa do segurança. Ele alega ser mera coincidência outro objeto igual ter sido encontrado com seus amigos em Rifaina. “Era uma ferramenta que tinha em casa. Estou com as contas todas atrasadas. Se estivesse fazendo alguma coisa errada, eu teria dinheiro para honrar meus compromissos. Vou provar que não tenho nada a ver”. Segundo o delegado Wanir, ele será investigado nas ocorrências de furto a bancos e também por alguma eventual ligação como a morte do segurança Indião.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários