Vidros e materiais cortantes: os vilões


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Os mais de 80 coletores da cidade ainda são vítimas de ferimentos provocados por materiais cortantes camuflados dentro dos sacos de lixo. É comum, na correria, os funcionários baterem as sacolas nas pernas e serem machucados, especialmente por cacos de vidro. Eles usam luvas para proteger as mãos. Preocupados com o problema, Wilson da Silva, Lucas Henrique e Aparecido Cruz, que são lixeiros, aproveitaram a entrevista feita pelo jornal ontem para fazer um apelo aos moradores. Eles pediram para que as pessoas não coloquem vidro em sacos plásticos e o armazenem de forma correta para evitar acidentes. A orientação da Colifran é dispensar vidros e materiais que cortam de forma visível, em caixas de papelão abertas, por exemplo, ou embrulhá-los em jornais. O correto é depositar esse tipo de lixo no dia da coleta seletiva. "Outros materiais recicláveis (papéis, metais e plástico) também devem ser separados do lixo orgânico. Fazendo assim, cada um pode contribuir um pouco com a preservação do meio ambiente e vida útil do aterro sanitário", disse Carina Galvão, auxiliar-administrativa da Colifran. Além de orientar os populares a armazenarem os resíduos corretamente, a empresa solicita que os dias e horários de recolhimento sejam respeitados. O ideal é levar o lixo para a rua uma hora antes do caminhão passar para evitar que cachorros e gatos ataquem os sacos.

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