Médico reage a assalto, mata pedreiro e some


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Fábio Henrique Paulino foi encontrado morto em matagal localizado a cerca de um quilômetro da chácara do médico: segundo a polícia, ele e um comparsa teriam invadido o local para roubar
Fábio Henrique Paulino foi encontrado morto em matagal localizado a cerca de um quilômetro da chácara do médico: segundo a polícia, ele e um comparsa teriam invadido o local para roubar
O médico aposentado PLZ, 68, vai ser indiciado pela polícia pelo homicídio do menor Fábio Henrique Paulino, 17, na quinta-feira à noite. Três horas antes de ser encontrado morto, o jovem invadiu a casa dele, no condomínio Três Porteiras, para roubar. O médico, que fez exame residuográfico em sua casa para constatar se disparou arma de fogo, deveria depor ontem, mas não compareceu à delegacia e deixou a cidade. O resultado do exame fica pronto em 15 dias. O delegado Márcio Garcia Murai, responsável pela equipe de homicídios da DIG, o médico é o principal suspeito pelo crime. “Notificado, ele não compareceu à polícia para prestar depoimento e viajou, na madrugada, para São Paulo. Nossa principal hipótese é que seja o autor do disparo que matou o jovem”. Outra suspeita investigada pela polícia é de que seguranças do condomínio, que estavam no local na hora do crime, tenham atirado no menor, que já esteve preso por tráfico de drogas e morava no Jardim Santa Bárbara, zona sul da cidade. Ele foi encontrado morto às 22h15 de quinta-feira em um matagal às margens da Rodovia Ronan Rocha, nas proximidades do Acqua Parque, com um tiro nas costas, que atravessou seu corpo e saiu pelo ombro direito. A equipe da DIG confirmou que o menor e um comparsa seriam os autores da tentativa de roubo à chácara do médico e que os assaltantes não estavam armados. Fábio morreu a cerca de um quilômetro do local. CASO Eram 19h15 quando os assaltantes arrombaram uma das portas e invadiram a propriedade. Apenas o médico e a mulher estavam em casa. O que aconteceu no interior da residência ainda é um mistério. O médico disse aos policiais que correu para um dos quartos e trancou a porta. Teria gritado para os criminosos que possuía duas armas automáticas e que “queimaria” quem se atrevesse a entrar. Os criminosos teriam fugido sem nada levar. A polícia constatou que os ladrões arremessaram garrafas de bebidas contra a parede, mas o médico negou ter atirado contra os meliantes.

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