Documento pode ser regularizado em bancos


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Os contribuintes que tiveram o CPF suspenso e querem regularizar a situação devem procurar as agências do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou dos Correios com o CPF em mãos. O governo cobra uma taxa de R$ 5,50 para atualizar o cadastro. O titular tem seu documento regularizado, em média, após dois dias úteis. Para quem ainda não sabe se está ou não com o documento suspenso, a Receita Federal mantém um site (www.receita.fazenda.gov.br) e uma linha telefônica (0300-789-0300) onde o contribuinte pode fazer a consulta. É necessário ter o número do documento em mãos. O contribuinte que estiver com o CPF suspenso encontra várias restrições. O titular do documento fica impossibilitado de abrir conta em banco, tomar empréstimos, participar de concursos públicos, tirar passaporte, receber aposentadoria oficial, assinar financiamento habitacional e receber prêmio de loteria. NACIONAL Em todo o Brasil, foram suspensos 8,27 milhões de CPFs no ano passado. Desde que a Declaração de Isento foi criada, em 1998, já foram suspensos 41,22 milhões de CPFs. O Estado de São Paulo é o campeão de suspensões, com 27% do total. “Na região de Franca, este número fica em quase 26%”, disse Gióia Tosi.

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