Embora várias religiões reconheçam e acreditem na ressurreição de Cristo, nem todas seguem o jejum como norma na Quaresma. Os espíritas, por exemplo, não jejuam no período, mas, nos quarenta dias que antecedem a Páscoa, tentam ser pessoas melhores, ajudando ao próximo e buscando realizar obras de caridade.
Já a Igreja Católica indica a Quaresma como momento de reflexão em prol da espiritualidade. Ela propõe para os fiéis dois dias de jejum para carnes (Quarta-Feira de Cinzas e Sexta-Feira Santa), além de orações, caridade e penitências.
Entre as igrejas protestantes, a grande maioria reconhece a Quaresma e aproveita a oportunidade para jejuns, mas não existe obrigação. Retiros espirituais e atividades de evangelização também são incentivadas no período.
Outras teorias, como o islamismo, a umbanda e o budismo, entre outras, não atribuem à Quaresma o mesmo significado que os cristãos e não fazem nenhum procedimento especial para a data.
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