A direção da Santa Casa apenas aguarda para saber se a Prefeitura e o Estado chegarão a um acordo sobre o auxílio financeiro ao hospital. Até que as negociações se finalizem, a informação, no hospital, é que não haverá corte de atendimentos.
O superintendente da Santa Casa, Fernando Bueno, informou que já forneceu todos os dados das contas do hospital solicitados pelo Estado e deixou claro que, agora, a responsabilidade em decidir o futuro da gestão do hospital está nas mãos do prefeito Sidnei Rocha (PSDB). “Nós não fazemos questão nenhuma da última palavra. O prefeito pode ficar com ela desde que ele tome uma medida que beneficie a população de Franca”, disse.
Para ele, diante de uma possibilidade de solução dos problemas financeiros do hospital, só resta esperar. “O papel nosso é aguardar. Se tem chance de resolver, vamos esperar e ver o que decidem Prefeitura e Estado”.
Dentro da Santa Casa, a esperança de que o governo estadual cubra o déficit do hospital é grande. Marcelo de Paula Lima, diretor-clínico, acredita que pode alcançar perto de 100% das verbas disponíveis do programa de auxílio aos hospitais filantrópicos, que serão distribuídas de acordo com critérios de qualidade, de gestão e de produtividade do hospital.
Inicialmente, 21 hospitais, entre eles a Santa Casa de Franca e o Hospital do Câncer de Barretos, devem ser beneficiados.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.