Caminhão da Colifran atola em buraco no Jardim Zelinda


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Caminhão da Colifran cai em buraco no Jardim Zelinda: sem asfalto, crateras se proliferam pela periferia da cidade
Caminhão da Colifran cai em buraco no Jardim Zelinda: sem asfalto, crateras se proliferam pela periferia da cidade
Um caminhão de lixo da Colifran caiu em um buraco e ficou atolado, na manhã de ontem, quando realizava a coleta na parte sem asfalto do Jardim Zelinda. Para sair do buraco, o veículo teve de ser removido por um guincho. Apesar do incidente, a diretoria da empresa confirmou que não parará os serviços de coleta no bairro. A secretária de Obras, Valéria Marson, comprometeu-se a enviar uma equipe ao local na próxima semana para recuperar as ruas de terra do Zelinda. O bairro não é o único a viver o problema. Segundo o presidente da Emdef (Empresa Municipal para o Desenvolvimento de Franca), João Marcos Rodrigues, pelo menos, outras 18 localidades ainda não contam com pavimentação. Em cinco deles, a empresa está com o processo de asfaltamento aberto, mas na maioria não conseguiu ainda atingir o número mínimo de adesões para começar o serviço. Para subsidiar a pavimentação, a Prefeitura exige que pelo menos 80% dos moradores assinem os contratos de adesão com a Emdef. Nesse caso, a contrapartida do Poder Público fica na casa dos 20%. "A iniciativa dos moradores é muito importante, pois, do contrário, não terão asfalto", disse. Os casos mais complicados são no Jardim Ana Dorothéa e no Parque Esmeralda. Nesses dois bairros, o índice de adesão não ultrapassou a casa de 35%. Rodrigues disse estar desapontado com o desinteresse dos moradores. "São bairros onde os próprios moradores reclamam da falta de asfalto, mas, agora que nos dispomos a fazer a pavimentação, eles não querem aderir. É muito complicado", disse. Os jardins Palestina e Ipanema estão mais próximos de se livrar das ruas de terra em breve. No primeiro, o índice é de aproximadamente 75% e, no outro, em torno de 70%. No Jardim Elimar II, a margem está um pouco mais baixa, em 64%. "Creio que em todas essas localidades não haverá problemas para começarmos. Mas 79% não basta. Tem de ser 80% mesmo, no mínimo", disse Rodrigues.

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