Governo libera R$ 1 mi para empresários locais


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Presidente da CDL Franca, Fahim Youssef Issa Neto, comemora linha de crédito: "Os juros serão muito baixos"
Presidente da CDL Franca, Fahim Youssef Issa Neto, comemora linha de crédito: "Os juros serão muito baixos"
Reformar imóveis, comprar veículos, máquinas e equipamentos está mais fácil para os lojistas filiados à CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) Franca. O Banco do Brasil liberou R$ 1 milhão para esses empresários a juros mensais de 1% e até 96 meses para pagar o saldo. Os recursos vêm do Cooperfat, cooperativa de crédito vinculada ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) do Governo Federal. A assinatura oficial do convênio entre o banco e a CDL acontecerá hoje, às 11 horas, na sede da entidade. Diretores de CDL`s de outras cidades do nordeste paulista e o ex-secretário estadual de Turismo, Fernando Longo, atual presidente da FCDL (Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas de São Paulo), estarão presentes ao evento. A destinação do crédito, segundo o presidente da CDL local, Fahim Youssef Issa Neto, é a incrementação de capital de giro e compra de novos equipamentos, além de reformas e ampliações na estrutura física das empresas. "Será uma linha de crédito interessante, que atenderá a várias necessidades dos micro e pequenos empresários", disse. "Além disso, com taxas muito melhores que as encontradas no mercado, que chegam a até 15% ao mês". A CDL se comprometerá, pelo convênio, a prestar assessoria aos empresários que obtiverem os empréstimos, para garantir que os recursos serão bem aplicados. "Ajudaremos no planejamento para a utilização da verba. Às vezes, o associado poderá estar em dúvida quanto à viabilidade no investimento ou como melhor aplicá-lo e vamos auxiliá-lo nesses aspectos". Empresários interessados na linha de crédito poderão obter mais informações sobre as condições e os limites disponíveis diretamente na CDL, na Rua Voluntários da Franca, 1557, no Centro, ou pelo telefone (16) 3712-6300. `EM BOA HORA` O empresário no ramo de joalheria Nélson Barduco Júnior foi um dos primeiros a adquirir a nova modalidade de empréstimo. O contrato foi feito por intermédio do CDL, que se responsabilizou pela parte jurídica e contábil na negociação. Para Júnior, o dinheiro foi importante e "chegou em boa hora". "Pegamos o empréstimo com um juro muito inferior ao que seria cobrado em uma operação bancária convencional, pois foi feito por intermédio de uma entidade de classe e contou com subsídio do Governo Federal. Além disso, não houve qualquer tipo de complicação documental", disse. Júnior não revelou o valor que pegou emprestado, mas disse que ele será todo aplicado na compra de novos equipamentos de escritório e informática. "Vamos adquirir, principalmente, novos computadores e equipamentos de informática. Empregaremos outra parte do dinheiro em capital de giro", acrescenta Júnior.

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