Amigos choram morte de jovem estudante


| Tempo de leitura: 2 min
Sentimentos de dor, emoção e tristeza tomaram conta de todos que acompanharam a trajetória do estudante Pedro Augusto Resende Maia, 14 anos. Filho único do casal Tarcísio Maia de Andrade e Vera Andrade, o garoto tinha como paixão o futebol. Ele estudava na 8ª série da Escola Sesi. Menino aplicado nos estudos e também nos esportes, Pedro pretendia seguir carreira como jogador. Sonho que era incentivado pelo pai. Amigos foram unânimes em comentar sobre a vida do jovem. Alegre, brincalhão e muito companheiro. Assim foi definido pelos colegas e professores das escolinhas de futebol em que passou. “ Ele é um campeão. Na final da Copa Difusora do ano de 2005, marcou três gols e nos consagrou”, disse Helinho, treinador do Amazonas. O sapateiro Donizete Pimenta, o “ tomate”, conheceu bem a vida do menino. Desde os 5 anos de idade, Pedro já era apaixonado pelo futebol. “ Seu pai sempre o levou para ver os jogos da Francana. Até agora, não dá para entender como tudo isso pôde acontecer. O Pedro tinha uma vida pela frente. Uma criança que dispensa qualquer tipo de comentário”. Jogador da categoria infantil do Associação Atlética Francana, Maia já estava com o carnê comprado para assistir a todos os jogos da veterana. “Seu pai comprou dois carnês. Na semana passada, quando a Francana jogou aqui, eu ainda brinquei com ele e disse que logo ele estaria defendendo a cidade. Pedro era muito bom de bola”, disse o comerciante Mauricinho. A primeira escolinha em que Pedro jogou pertence a um bombeiro, que inclusive mesmo de férias se apresentou no quartel para ajudar nas buscas do garoto. “ Eu só tenho a lamentar sua morte. Ele tinha um futuro promissor. O Pedro era um garoto muito dedicado em tudo aquilo que fazia, isso desde pequeno. Treinei ele muito tempo e estou bastante triste diante de tudo que aconteceu”, disse o soldado Edilson, que também é treinador de futebol.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários