De bicicleta, mula ou outro meio de transporte não convencional, um percurso como o que o comerciante Roni Batista Gonçalves quer cumprir no Carnaval até Aparecida, distante mais de 450 quilômetros de Franca, precisa de cuidados. Na Polícia Rodoviária, o tenente-comandante Cláudio Ferreira da Silva disse que a prática não é proibida, mas necessita de prudência, principalmente em trechos com acostamento reduzido.
Segundo ele, a primeira medida é conferir se no trajeto não há trechos em que andar de bicicleta é proibido. Em seguida, recomenda-se o uso de todos os equipamentos de segurança e de roupas claras. "É preciso tomar cuidado. Só pedimos prudência para evitar acidentes. O ciclista ou cavaleiro precisa ser visto pelos motoristas", disse o tenente.
Iluminação ou outro tipo de identificação nas "magrelas" também é recomendável. Se em grupo, os policiais rodoviários pedem para andarem em fila e evitar períodos noturnos. De acordo com o tenente, não há restrições de horários. "Se possível, é mais seguro trafegar pelo sentido oposto. Além disso, nunca se deve usar a pista de rolamento".
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