Jaguara vai virar parque turístico


| Tempo de leitura: 2 min
Vila de Jaguara é vista deserta em outubro do ano passado. Vendida por R$ 6,3 milhões, área agora vai ser um parque turístico
Vila de Jaguara é vista deserta em outubro do ano passado. Vendida por R$ 6,3 milhões, área agora vai ser um parque turístico
A Vila de Jaguara, que por mais de dez anos ficou deserta, se transformará num parque turístico. O anúncio foi feito pelo empresário mineiro Ivan Sebastião Barbosa que comprou a vila da Cemig (Centrais Energéticas de Minas Gerais) por R$ 6,3 milhões, a serem pagos em 24 parcelas. A assinatura do negócio foi feita ontem em Belo Horizonte (MG). O novo dono tomará posse do empreendimento na próxima terça-feira, 13. Por enquanto, Barbosa não divulga quanto será investido na transformação da vila em parque nem quando começarão as obras. “Prefiro estar com tudo concretizado antes de divulgar”. Se o projeto preliminar do empreendimento for mantido, a vila se tornará um pólo turístico regional. Serão dois condomínios de casa (um aproveitando a estrutura já existente de 70 imóveis e outro com mais de 60 lotes), um centro hoteleiro (hotel, bangalôs e pousada), um clube náutico e mais de oito estruturas de lazer como ancoradouros, trilha ecológica e academia de dança. O complexo levará o nome de Parque Náutico de Jaguara. A área terá ainda templo ecumênico, aeroporto asfaltado e segurança 24 horas. “Vamos aproveitar o reservatório da Usina de Jaguara, os recursos paisagísticos e a proximidade com a Gruta dos Palhares para montar um complexo turístico regional com tudo o que há de melhor”, disse Barbosa. O empresário pensa grande. Com o Parque Náutico, espera atrair cerca de 5 milhões de pessoas que moram principalmente nas proximidades, entre os Estados de São Paulo e Minas Gerais. “Temos potencial para isso”, disse, sem falar em prazos. O novo parque não deve movimentar apenas o setor turístico da região. A economia também sofrerá reflexos. De acordo com cálculos preliminares do comprador, a construção e manutenção do pólo turístico deverão gerar, nos próximos cinco anos, 500 empregos diretos e mais de mil no decorrer de 15 anos. Sebastião pretende reunir a imprensa na semana que vem para apresentar a maquete do que deverá ser o parque e detalhes sobre os investimentos a serem feitos.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários