"Não sou um monstro"


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Pode-se dizer que o trabalho do fotógrafo foi de utilidade pública, porque sem as fotos acredito que o poder público não teria tomado a atitude de fechar tão rápido o poço. As fotos não deixam de ser, também, uma prova do acidente. Parabéns pelo trabalho. Podemos citar exemplos de guerra em que os repórteres precisam deixar de lado a condição humana e serem profissionais, para mostrarem ao mundo a realidade da vida. No meu entendimento, a atitude do repórter não colocou a vida da mãe e do garoto em risco em nenhum momento. Se tivesse acontecido o pior, aí sim, haveria motivo para toda essa conversa sobre o trabalho. Por último: a cidade de Franca ganhou destaque nacional ao mostrar que tem profissionais capazes de retratar a realidade do cotidiano de maneira responsável e prestativa. Gilvan Mendes de Souza é leitor do Comércio da Franca

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