A aposentada Dionéia Nogueira da Silva Sá, 68, foi encontrada morta no interior de sua casa, no Parque Progresso, ontem. O corpo estava em avançado estado de putrefação e foi encaminhado para análise no IML (Instituto Médico Legal).
Lesões existentes na cabeça e na testa de Dionéia fizeram a polícia suspeitar que a causa da morte poderia ser violenta. A hipótese mais provável, contudo, é que a morte tenha acontecido por causas naturais.
Dionéia morava sozinha nos fundos da casa de um dos filhos dela na Rua José Augusto Garcia. Ela não era vista por familiares desde a noite de quinta-feira. O corpo dela foi encontrado no começo da tarde por um filho que estava viajando e retornou ontem.
Preocupado com a falta de notícias da mãe, ele resolveu entrar na casa e a encontrou caída sobre a cama. Ela estava de costas, com os pés para fora e as mãos para cima da cabeça.
Como a morte levantou suspeita de familiares e bombeiros, a equipe de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) foi acionada e esteve no local para tentar apurar se a mulher foi vítima de assassinato. “Não temos como afirmar se houve algum tipo de espancamento. As lesões encontradas podem ter sido originadas em função da decomposição natural do corpo”, comentou o investigador Nilson.
Não havia sinais de arrombamento ou marcas de sangue na residência. Familiares disseram à polícia que a vítima tinha problemas de saúde, o que reforçou a possibilidade de morte natural. Para eliminar qualquer dúvida, o delegado Eduardo Lopes Bonfim determinou que o corpo fosse autopsiado. “O legista fez os exames necessários e não encontrou nenhum sinal de violência.
A hipótese de homicídio está descartada. A mulher morreu em função de algum problema de saúde”, disse o policial.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.