A Faculdade de Direito de Franca ganhará cara nova a partir deste ano. Ao atingir o limite de sua capacidade física, em salas, laboratórios e biblioteca, a instituição resolveu ampliar suas instalações e oferecer mais conforto aos estudantes.
Ainda neste primeiro semestre, será aberto um concurso que escolherá o melhor projeto para a expansão. Arquitetos e engenheiros de Franca poderão participar e terão como desafio interligar a nova ala do campus, do outro lado da Rua Nabi Habber, com o prédio atual. Os terrenos foram adquiridos recentemente e duas casas serão desapropriadas.
Criada por lei municipal em agosto de 1957, a FDF, ou Brejão como é conhecida, tem 1,4 mil alunos e fica em uma área de mais de seis mil metros quadrados na Avenida Major Nicácio, uma das mais movimentadas de Franca. “Fomos crescendo aos poucos e atingimos o limite máximo. Na biblioteca, não há mais espaço para o nosso acervo. O laboratório de informática está apertado e não temos salas para criarmos cursos de especialização na área”, disse o diretor Euclides Celso Berardo.
Segundo ele, a intenção é aumentar os espaços, como do departamento administrativo e de pesquisa e sala dos professores no prédio erguido e transferir para a nova área todas as atividades externas (assistência judiciária, quadra de esporte, diretório acadêmico) que não precisam estar anexas a faculdade.
“Esse projeto que será feito terá de integrar a parte já existente com a nova construção. Ela inclusive, precisará ser harmonizada com o prédio antigo”, adiantou Berardo.
Uma das sugestões propostas pela diretoria é a criação de um Boulevard, uma espécie de calçadão coberto para convivência. “Levamos a idéia para o prefeito Sidnei Rocha e ele aparentemente gostou e, se a Prefeitura encampar, será muito bom não só para os alunos, como para a comunidade”.
Berardo explicou que antes do concurso ser aberto, terminará o estudo das necessidades e contratará um arquiteto para dar uma assessoria técnica. “Queremos um projeto com soluções ecológicas. Construções que aproveitem melhor a iluminação natural, gaste menos água e ar-condicionado”. Sem revelar um valor orçado para a obra, o diretor da FDF apenas afirmou que tem os recursos disponíveis. Ele também não deu prazo para conclusão do projeto. “Tudo depende do projeto. Precisamos de estudo, de levantamentos para verificar problemas de edificações”.
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