Humberto Mazza, diretor técnico da Feac (Fundação Esporte, Arte e Cultura), disse ontem que as obras exigidas pela Polícia Militar serão providenciadas. Só que em breve. “Parando as chuvas, vamos começar as reformas”, prometeu. Sobre a troca do alambrado, solicitação do laudo da PM, o diretor disse que não será possível até o jogo da estréia. “Os funcionários vão costurar os lugares onde for necessário.” Isso evitará que torcedores se aproveitem dos buracos para eventualmente invadirem o campo. O tempo curto ocasionou a sugestão de interdição parcial do estádio. Essa é a maneira encontrada para satisfazer à necessidade da realização da partida de domingo enquanto as exigências não são cumpridas. Sobre os banheiros inacabados no lado esquerdo do estádio e iniciados em 2003, há grande preocupação. “Foi verificado que há pontas de ferros que podem ser perigosas”, alertou o tenente da PM, Marcus Alexandre de Araújo, responsável pela vistoria ontem.
Humberto Mazza esclareceu: “Já fizemos a licitação e está tudo aprovado. Devemos utilizar 32 metros cúbicos de concreto nas arquibancadas e os banheiros do lado esquerdo serão terminados.
A chuva é que impossibilitou de ser feito”, justificou. Segundo ele, já foram gastos cerca de R$ 20 mil com a colocação de corrimãos no estádio. Mazza não soube informar o valor total a ser gasto nas reformas.
A colocação de corrimãos de 20 em 20 metros era uma das exigências dos bombeiros. Segundo o tenente Idílio Klein, chefe da seção técnica da guarnição de Franca e que esteve ontem no estádio, o Lanchão é um dos poucos no interior do Estado que tem projeto aprovado pelo departamento responsável da corporação. “Isso representa muito para a liberação do estádio”, afirmou. O parecer dos bombeiros sai junto com o laudo da PM.
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