DIG apreende em bares quatro mil maços de cigarros falsificados


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Os cigarros apreendidos foram levados para sede da DIG e serão periciados para constatar a falsificação
Os cigarros apreendidos foram levados para sede da DIG e serão periciados para constatar a falsificação
A Polícia Civil apreendeu aproximadamente quatro mil maços de cigarros falsificados e contrabandeados em estabelecimentos comerciais de Franca ontem à tarde. Além de terem os produtos recolhidos, os proprietários responderão a inquérito e poderão ser processados por descaminho, contrabando, sonegação fiscal e estelionato. Após receberem denúncias da ABCF (Associação Brasileira de Combate à Falsificação) de que comerciantes da cidade estavam vendendo cigarros de origem duvidosa, os policiais saíram às ruas e visitaram cerca de cem pontos de vendas localizados nas regiões sul e oeste de Franca. “Na maior parte deles encontramos produtos irregulares. São cigarros sem nota fiscal, falsificados ou de procedência duvidosa. Fizemos a apreensão e levamos os maços para a sede da DIG”, contou o investigador Dênis, que trabalhou na ocorrência ao lado do escrivão Presoto. O diretor da ABCF, Fábio Kielberman, acompanhou as buscas. Os cigarros serão encaminhados para a perícia com o objetivo de se constatar a falsificação. Em caso de comprovação, a polícia abrirá inquérito para apurar responsabilidade pela venda de produtos piratas. A Receita Federal investigará o suposto contrabando dos produtos. No ano passado, a polícia realizou pelo menos cinco operações do tipo em Franca e recolheu mais de 30 mil maços de cigarros falsos. Os constantes casos de apreensão não têm sido suficientes para inibir a ação das pessoas que insistem em comercializar este tipo de produto. Franca é considerada uma das campeãs de venda no Estado de artigos piratas ou falsificados. “Continuaremos lutando para combater a pirataria. Além dos enormes prejuízos causados, o cigarro clandestino causa irreparáveis danos à saúde dos fumantes”, disse Fábio Kielberman.

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