Região tenta se recuperar


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Ponte provisória, de madeira, que liga Estado de São Paulo a Minas Gerais  em Claraval
Ponte provisória, de madeira, que liga Estado de São Paulo a Minas Gerais em Claraval
A terça-feira foi mais um dia de caos em Restinga. Toda a cidade continua sem água desde a inundação da área de captação da Sabesp, que abastece Franca e aquela cidade. As previsões são de que o abastecimento só será normalizado no fim de semana. O fornecimento de água é feito por dois caminhões-pipa, sendo um da Sabesp e outro da Usina Cevasa. Moradores também buscam água em uma mina localizada dentro de uma fazenda. Em Patrocínio Paulista, o problema é outro. As 23 famílias atingidas pela chuva ainda unem forças para tirar a lama de dentro de casa trazida pela enchente do Rio Sapucaí-Mirim. A coordenadora do Fundo Social de Solidariedade, Ariela Silva Salgado, disse que estão sendo distribuídas cestas básicas, colchões, cobertores e roupas. “Felizmente estamos conseguindo muitas doações de Patrocínio, Franca e Restinga”, disse. Em Claraval (MG), os moradores estão mais aliviados. Depois de ficarem dois dias “ilhados” podem agora passar para o Estado de São Paulo. A prefeitura improvisou uma ponte de madeira para colocar no local da que caiu com o temporal de sábado. A ponte fica na Rodovia Tancredo Neves que é a principal ligação entre Franca e Claraval. “Construímos uma ponte para permitir o tráfego de pedestres e veículos leves”, disse a secretária de gabinete Luiza Helena Cintra. A passagem de veículos pesados como caminhões não é permitida. A fiscalização é feita pela Polícia Civil que fiscaliza a passagem de motoristas pelo local.

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