Sabesp ainda não tem valor do prejuízo


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O prejuízo da Sabesp com os danos nas quatro máquinas de bombeamento no Rio Canoas ainda não foi contabilizado. Para o superintendente regional, João Baptista Comparini, a atenção se focou em resolver o problema e “as contas serão feitas em um segundo momento”. A enchente que inundou o sistema de captação foi considerada a maior desde a implantação da estação, em 1982, e surpreendeu a direção da Sabesp. “Foi um acidente gravíssimo, faremos um levantamento de custo, mas é muito sério. Nunca pensamos que isso pudesse acontecer”, adiantou o gerente distrital da Sabesp, Rui Engrácia. Após o acidente, os motores foram levados para serem consertados em São Paulo. O primeiro, que viajou no domingo às 7 horas, já estava pronto na madrugada de segunda-feira. Ontem, começou a ser montado em Claraval. “Os funcionários trabalharam sem parar a fim de amenizar o problema. Hoje (ontem) estamos com três frentes de trabalho no Rio Canoas para colocar a máquina em funcionamento”, disse o gerente. Para evitar que novas inundações aconteçam, a Sabesp também construiu uma proteção com sacos de areia e lonas em frente à porta de entrada do tanque onde ficam os motores e ao redor do painel de controle.

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