Enquanto a população sofre com a falta de água, os bandidos fazem a festa nas ruas da cidade. Nas últimas horas, foram ao menos três assaltos e muito prejuízo. Em apenas duas ocorrências, ladrões levaram aproximadamente R$ 100 mil de malotes pertencentes a postos de combustíveis.
No primeiro deles, uma funcionária foi rendida quando estava na porta de um banco. No outro crime, um frentista foi atacado quando saia para a agência bancária. Nos dois casos, as vítimas iriam depositar o dinheiro. A polícia não tem pistas dos autores. Os assaltos aos funcionários dos postos aconteceram em plena luz do dia, o que mostra ousadia e planejamento nas ações criminosas.
Por volta das 12 horas, a auxiliar administrativo MCG, 31, deixou seu veículo no estacionamento do Banco do Brasil da Avenida Integração, na Estação, com o objetivo de depositar o dinheiro arrecadado durante o fim de semana por um posto da Avenida São Vicente, Jardim Noêmia.
Ao descer do carro, ela foi rendida por um homem branco, baixo, de cabelos escuros, que trajava calça jeans e camiseta azul clara. O desconhecido pediu o malote e o telefone celular da vítima.
A mulher notou que a arma estava no chão, mas, rapidamente, o ladrão pegou o revólver e apontou para ela. Após pegar o malote com R$ 51 mil, o ladrão saiu correndo na direção da Praça da Jussara. Testemunhas disseram que o assaltante entrou em um veículo verde, possivelmente um Golf, e fugiu na companhia de um comparsa.
O outro assalto em que marginais levaram dinheiro de um malote aconteceu na rua Realindo Jacinto Mendonça, Vila Imperador. Por volta das 15 horas, dois assaltantes, montados em uma Titan de cor verde e usando capacetes, levaram R$ 49 mil do frentista ALS, 40, morador da Vila Imperador, que estava levando o malote para o banco acompanhado de um segurança.
Eles foram cercados pelos bandidos quando saiam do posto de combustíveis. Empunhando um revólver, parecido com uma pistola 380, o marginal exigiu da vítima todo o dinheiro que carregava.
Viaturas da PM fizeram rondas pelas proximidades, mas não conseguiram deter nenhum suspeito. “Tudo indica que os indivíduos conheciam a rotina das vítimas. As pessoas sempre devem mudar seus horários, pois se tornam um alvo fácil”, alertou o sargento Limírio.
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