Para mim, o que falta é amor e respeito ao próximo. Quem procura atendimento no “Janjão” é gente, não é animal. Estou completamente indignada. Que Deus coloque um anjo-da-guarda no caminho de dona Elza. (Para entender o assunto: com dores fortes pelo corpo, Elza Ferreto procurou por atendimento médico na rede pública, durante dias. Esteve no Pronto-Socorro de referência da cidade – Dr. Janjão –, onde não se diagnosticou a urgência que exigia seu quadro de saúde. Familiares compuseram recursos e ela fez consulta particular, na qual se constatou aneurisma que poderia matá-la a qualquer momento. Ela foi internada com urgência e passou por delicada cirurgia. O Comércio publicou a história de dona Elza em 19 de janeiro).
Neusa
é leitora do Comércio da Franca
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