A garota que afirma ter sido abusada pelo padre Juscelino completou 11 anos no dia três de setembro. Ela foi adotada em Sorocaba (SP) quando tinha três anos. Aparenta ser uma garota normal, embora agitada. Tem um biotipo normal para uma pessoa de sua idade, magra e alta. Disse que não gosta de brincar com bonecas e passa o dia em casa ajudando a mãe nos afazeres domésticos. Está um pouco atrasada na escola e só agora passou para a quarta série.
Ela falou com naturalidade sobre o caso e voltou a afirmar que manteve relação sexual com o padre. Disse também que o religioso já havia passado as mãos em suas partes íntimas anteriormente. “Um dia, minha mãe estava atrasada e ele foi me levar na escola. No meio do caminho, me falou um monte de coisas e passou as mãos nas minhas partes baixas”.
A garota não se lembra com exatidão quando foi violentada, mas afirma que teria sido durante o período das férias. “Meus pais estavam na casa de minha tinha e ele disse que queria ligar. Meu pai deu a chave de casa e eu fui com ele de carro. Ele entrou comigo e trancou a porta. Logo depois, disse que a ligação não tinha dado certo. Foi quando me levou para o quarto”.
Ela disse que tentou resistir, mas que não adiantou. Também chegou a gritar, em vão. “Eu não queria, mas ele me levou à força. Falou que se eu não fosse, não me levaria para São Paulo. Arrancou minha roupa e me jogou na cama dos meus pais. Eu gritava, gritava e ninguém escutava. Não sei quanto tempo ficamos juntos. Ele não falava nada. Nós dois ficamos pelados e ele enfiou o pênis em mim. Depois que terminou, pediu para eu guardar segredo”.
A menina disse que nunca ficou com outra pessoa e que não mais encontrou o padre após a ocorrência. “Estou brava com ele”.
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