Luciano Pires, um jornalista chato e exato em suas considerações no artigo “O chato do chato”, brilhantemente colocadas na terça-feira, 9 de janeiro à página 2 do Comércio, faz pensar. Oxalá mais idealistas como ele apareçam, se manifestem aos verdadeiros chatos (bolorentos) que se calam aceitando e promovendo suas chatices políticas, descabidas, sociais, universais, etc... etc... Já é o momento de valorizarmos os verdadeiros idealistas, líderes atuantes, autênticos nas suas ações concretas e firmes, reais, não hipócritas. Que essas ações façam felizes os brasileiros e este nosso País, infelizmente vilipendiado por falsas lideranças (só algumas, graças a Deus) que, de braços cruzados nada fazem à Pátria sofrida e mal-amada. Se fui chata em meu desabafo, desculpem-me os leitores do Comércio. Quero ver o nosso Brasil feliz, desfraldando o verde e o amarelo de sua bandeira, junto ao lema “Ordem e Progresso”.
Élvia Eneida Salomoni
é poeta e leitora do Comércio da Franca.
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