O crescimento populacional de Franca é motivado em grande parte pela migração. Atraídas pelas oportunidades de emprego nos mais diferentes setores, centenas de pessoas de diversas partes do Brasil e do mundo se mudam para Franca todos os meses.
Aqui, fixam moradia, gastam e ampliam a família. A dona de casa Gisele Beline Bohmer, 35, e o marido, o técnico em química Carlos Alberto Bohmer, 37, são um exemplo. Naturais de Estrela, município do Rio Grande do Sul, eles estão em Franca há quatro anos e não pensam em deixar a cidade. Carlos veio transferido da empresa em que trabalha e diz ter tido facilidade para se adaptar. O casal tem um filho, Gabriel, com 8 anos, e há nove meses ganhou a primeira filha, a francana Helena. “Atualmente, nada me faria mudar de cidade. As pessoas de Franca são muito acolhedoras, foi fácil fazer amizades”, disse Gisele.
A família de Cláudia Adaes Machado de Araújo, 30, é outra prova do aumento da população por meio da migração. Casada com o médico veterinário Iucif Abrão Nascif Júnior, 35, ela trocou Juiz de Fora, em Minas Gerais, por Franca há um ano. O marido chegou primeiro em razão do emprego. Depois de dois anos, entre idas e vindas, resolveu trazer a mulher e a filha Mariana, de 11 anos. “É uma cidade tranqüila e hospitaleira. Só não gosto do cheiro dos curtumes”, revelou Cláudia, que, por enquanto, não pensa em abandonar Franca. “Gostei da cidade, o tempo que permanecerei depende do trabalho do meu marido. Só nos mudaremos se tivermos uma proposta melhor”.
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