Couromoda 2007 começa na segunda em São Paulo


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Começa nesta segunda-feira a 34ª edição da Couromoda, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo. A feira ocupa uma área de 80 mil metros quadrados e reunirá 1,2 mil expositores que, juntos, representam 3 mil marcas e respondem por quase 90% de toda a produção nacional de calçados e artigos em couro. Pelo menos cem indústrias de Franca marcarão presença no evento. Embora não tenha sido divulgada uma estimativa oficial, a expectativa é que os negócios superem a marca do ano passado, que foi de R$ 5 bilhões em pedidos e o fechamento de três meses de produção. “Desde que começamos a Couromoda, em 1973, ela nunca estagnou. Sempre cresce de um ano para o outro. Esperamos que agora não seja diferente”, disse o fundador e presidente da feira, Francisco Santos. A expectativa da organização é que nos quatro dias de feira (termina no dia 18) pelo menos 60 mil visitantes, brasileiros e de outros 60 nacionalidades, passem pelos estandes. As autoridades também estarão presentes, entre elas o prefeito e o governador de São Paulo, respectivamente, Gilberto Kassab (PFL) e José Serra (PSDB). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será representado pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan. O prefeito de Franca, Sidnei Rocha, também confirmou presença na feira. FRANCANOS Cem empresas de Franca estarão presentes na 34ª edição da Couromoda, 17 delas no estande coletivo. Juntas, apresentarão mais de 200 marcas aos compradores. Em relação ao ano passado, a participação francana na feira apresentará um retrocesso de 13%. Para o representante da Couromoda em Franca, Walter Sinício Júnior, a queda se deve às oscilações do mercado. “É normal. Em cada ano, é um pólo diferente que sente mais ou menos o impacto econômico. Mas não é uma diferença significativa”, disse. Walter lamentou a ausência de empresas tradicionais da cidade, como Calçados Samello e Jacometti. “É triste, pois estas marcas são referenciais, sempre fazem falta. A Samello nunca havia ficado de fora”, disse. “Por outro lado, temos de aplaudir o crescimento de tantas outras empresas”.

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