Polícia se arma e treina para enfrentar bandidos


| Tempo de leitura: 2 min
Polícia Civil cria equipes de elite, amplia seu poder de fogo e realiza treinamentos táticos para combater o crime organizado
Polícia Civil cria equipes de elite, amplia seu poder de fogo e realiza treinamentos táticos para combater o crime organizado
As ações cada vez mais ousadas dos bandidos têm deixado as forças de segurança da cidade em alerta. Além de intensificar o serviço de inteligência, a Polícia Civil está criando equipes de elite, ampliando seu poder de fogo e realizando treinamentos táticos para combater o crime organizado. Nos próximos dias, o GOE (Grupo de Operações Especiais) sairá do papel e começará a atuar em ocorrências de alto risco. A unidade especializada foi criada no ano passado e está em fase final de implantação. Duas viaturas exclusivas, uniformes apropriados e armamentos pesados já foram adquiridos e estão à disposição para serem usados. Vinculado à DIG (Delegacia de Investigações Gerais), o GOE contará com 20 policiais especializados e atuará em confrontos armados, roubos com refém, casos de seqüestro e em rebeliões no sistema prisional. Na tarde da sexta-feira, parte dos integrantes do grupo de elite realizou um treinamento tático e técnico em um estande de tiro localizado na região do Jardim Aeroporto. Os policiais simularam ações de confronto e treinaram disparos com armas de grosso calibre. Foram usados fuzis, metralhadoras, espingardas calibre 12, pistolas e granadas não letais. “O treinamento serviu para aprimorar e preparar nossos homens para enfrentar situações reais. Temos que estar preparados para combater o crime. O trabalho também foi importante para ajudar a selecionar os integrantes do GOE”, disse o delegado Wanir José da Silveira Júnior. O policial acredita que a partir de fevereiro o Grupo de Operações Especiais já esteja pronto para atuar nas ocorrências tidas como mais graves em Franca e nas 17 cidades que pertencem à Delegacia Seccional local. A intenção da Polícia Civil de Franca é preparar e armar sua tropa de elite para enfrentar situações de alto risco, como a verificada terça-feira em São Gotardo (MG) em que uma quadrilha assaltou dois bancos e uma loja, mantendo cinco policiais militares, dois delegados e um juiz como reféns. “Onde houver risco grande de combate e tiroteio, nossa equipe entrará em ação. Não fugiremos de confrontos”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários