Vereadores constrangidos com escândalo do disque-sexo


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O escândalo do disque-sexo, em que foram identificadas mais de 200 ligações de ramais da Câmara para o celular de uma suposta prostituta de Divinópolis (MG), entre janeiro e setembro de 2006, é motivo de constrangimento para os vereadores. O presidente Joaquim Ribeiro (PSB) reiterou ontem a disposição de apurar o caso até as últimas conseqüências. "Aonde vou, alguém já faz o comentário: Tá ligando lá, né? Isso é vergonhoso", disse Mauricio Chinaglia (PSB). O vereador do PSB, Luiz Carlos Fernandes (PDT) e Joaquim mencionaram a má recepção do caso pela população, citando inclusive cartas de leitores do Comércio. Além disso, demonstraram irritação com o fato do processo que investiga o episódio ter sido mantido em sigilo pelo ex-presidente Marcelo Mambrini (PMN), desde setembro do ano passado.

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