O novo reforço do Unmed/Franca, William Drusdi, 25, disse ontem, em entrevista ao Comércio e a Rádio Difusora, que está contente em poder jogar, pela primeira vez, na “capital nacional” da modalidade. Em São Paulo, onde mora, ele adiantou que não faltará entrosamento com os colegas pivôs, Estevam e Murilo, e que sonha em disputar a Liga Sul-Americana. Indefinido, mesmo, só o tempo de contrato do jogador com o clube. Ele deseja ficar apenas seis meses em Franca e o clube quer um vínculo de ao menos um ano.
Segundo Drudi, que atuava no Chile, o “namoro” entre ele e o Franca Basquete é antigo. O problema é que sempre, na última hora, acontecia algum imprevisto impedindo a concretização do negócio. “Já havia o interesse desde 2003, mas sempre algum detalhe não deixava. Agora deu certo e eu logo estarei aí”.
A torcida, segundo o pivô, é um dos fatores que o motivou a vir para Franca. Para ele, o fanatismo e os gritos dos torcedores locais motivam qualquer jogador. “Acho que meus melhores jogos dos últimos campeonatos foram jogando contra Franca no Póli. O entusiasmo contagia quem está em quadra”, disse. “Se contra a torcida estava bom, a favor vai ser ainda melhor”, completou.
William se definiu como um jogador versátil, habilidoso, mas que não foge de jogo duro no garrafão. “Jogo com muito contato e isso me ajudou a ser um dos melhores reboteiros no Nacional de 2006 quando defendi a Uniara. Peguei, em média 9,8 rebotes por jogo e marquei 13,6 pontos”.
Apesar do entusiasmo, Drudi assumiu que sua passagem por Franca pode ser curta. Ele quer assinar por apenas seis meses para voltar ao Chile. Já o Franca deve preferir um vínculo de pelo menos um ano. “Quando eu chegar aí, vamos sentar e conversar isso direitinho. Nesse aspecto, não há definição ainda”, disse.
Em seguida, deu um alento. “Com a Liga-Sul-Americana por Franca, talvez nem queira voltar para o Chile”.
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