Chuva aumenta população de caramujos em Rifaina


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Caramujos sobem pelas paredes do almoxarifado da prefeitura em setembro de 2006. Problema se agrava com as chuvas
Caramujos sobem pelas paredes do almoxarifado da prefeitura em setembro de 2006. Problema se agrava com as chuvas
A chuva registrada nos últimos dias tem contribuído para aumentar a população de caramujos africanos em Rifaina. Os moluscos começaram a aparecer no fim do ano passado em vários pontos como lotes vagos, embaixo de telhas e tijolos, cantos de paredes e até em buracos onde a terra é mais fofa. O problema é tão sério que obrigou a Secretaria de Saúde de Rifaina, por meio da Vigilância Sanitária, a promover arrastões por toda a cidade para combater o bicho que se prolifera muito rápido chegando a colocar 200 ovos a cada dois meses. O secretário de Saúde, Antônio Carlos Marcelino, disse que o sal (de cozinha) usado para matar os caramujos está sendo misturado à água. "Assim eles morrem mais rápido", disse o secretário. Em média, mais de cem caramujos são capturados por dia na cidade e são gastos mais de 125 quilos de sal por mês. Depois de matar os moluscos, o agente de vetores, Jovelino Coimbra coloca tudo dentro de um saco e põe fogo. A população é orientada a não exterminar o bicho devendo entrar em contato com a Vigilância Sanitária. Entre as doenças causadas pelo caramujo, estão meningite e perfurações abdominais como apendicite. Os sintomas são dor abdominal, febre prolongada, anorexia, vômito, dor de cabeça forte e constante, rigidez na nuca e distúrbios do sistema nervoso.

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