Crianças que estão em férias escolares e reclamando de falta de opções gratuitas de diversão podem se preparar. A partir de sábado, 13, a Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca) promove a terceira edição do “Férias na Praça”. As atividades acontecerão durante quatro sábados seguidos, sempre das 10 às 14 horas, e serão itinerantes. Além de estar fixo na Praça Nossa Senhora da Conceição, o projeto vai percorrer as principais regiões comerciais. No dia 20 de janeiro, a diversão acontece na região Oeste, ao lado da Igreja São Judas Tadeu. No dia 27, será a vez das crianças da região Leste receberem os brinquedos e atividades na Praça das Bandeiras.
Atividades recreativas, brinquedos infláveis, pintura facial, espaço para desenhar e pintar, além da distribuição de pipoca e algodão-doce, estão entre as atrações. A diversão nos brinquedos será acompanhada por monitores treinados. Segundo a Acif, mais de vinte pessoas estarão envolvidas na organização das atividades.
Com brinquedos novos, como um tobogã inflável, um paredão de escalada, piscina de bolinhas e cama-elástica, crianças de todas as idades poderão se divertir gratuitamente e ter momentos de lazer.
Jayme Luiz Barbosa, presidente da Acif, disse que a ação de responsabilidade social ajuda a integrar a comunidade e envolver os comerciantes. “Com o Férias no Parque, estamos realizando um trabalho de educação e cidadania, além de ensinar a preservar e valorizar as áreas públicas”, disse.
O presidente da Acif lembra que a primeira edição do evento aconteceu em janeiro do ano passado e, em razão do sucesso de público, ele retornou mais amplo, com ações no Centro e nas regiões, por quatro fins de semana consecutivos. Jayme já contabiliza o número de crianças que passaram pelas duas edições. “Mais de 14 mil crianças puderam se divertir”, conta.
Para esta terceira edição, a Acif está estudando a contratação de malabares que farão apresentações para a garotada. E para os adultos que vão acompanhar os pequenos, pode haver prestação de serviços, por exemplo, aferição da pressão arterial. “Estamos vendo o que será possível fazer”, disse.
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