Franca é uma cidade curiosa. Enquanto empresas locais se destacam no cenário nacional e multinacionais se instalam dando ao município uma imagem cosmopolita e moderna, paradoxalmente a situação das pessoas menos privilegiadas (sem recursos para custear médico particular) vivem como habitantes de um lugarejo medieval. De que adianta tanta “modernidade” (às vezes fútil) se as pessoas envolvidas – sem generalizar – no atendimento na área de saúde à população não se importam com os contribuintes?
Fernando Stefens
é leitor do Comércio da Franca
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