Emei no Ângela Rosa está à espera de limpeza


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Não são apenas terrenos baldios que estão com mato. No Jardim Ângela Rosa, a frente da Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) “Professora Elenita Mazotta de Oliveira” está cheia da “praga verde”. Para o aposentado Antônio Aparecido Silva, 70, que mora em frente à unidade, o local está abandonado e coloca em risco as crianças que ali estudam. “Elas correm no meio do mato e podem se machucar ou serem picadas por algum animal.” Ele disse que já esteve na Prefeitura e pediu para o mato ser cortado, mas não foi atendido. “Faz tempo que estou lutando para limparem o mato. Com as chuvas de agora a coisa vai piorar se não cortarem”, disse ele. Segundo Aparecida Helena Lucas, diretora da divisão de planejamento da Secretaria de Educação, a equipe responsável por carpir o mato nas escolas trabalha em rodízio por regiões durante todo ano e passará por todas as escolas em janeiro. “Tanto a Emei do Ângela Rosa como as outras 51 de educação infantil e 14 de fundamental serão limpas durante as férias.” Quem trabalha nos estabelecimentos da Avenida Doutor Ismael Alonso Y Alonso, no Bairro Cubatão, também enfrenta transtornos com terrenos cheios de mato, sujeira, mosquitos e escorpiões. “Acabamos de comentar que se jogarem um cadáver ali, só vão descobrir pelo cheiro, porque o mato está enorme. Na hora dos motoristas olharem para saber se vem carro na avenida, é a maior dificuldade. O mato atrapalha a visão. Seria ótimo se o dono limpasse essa área”, disse a vendedora Bárbara Conrado de Melo, que trabalha numa loja ao lado do terreno localizado entre os cruzamentos da Avenida Alonso Y Alonso com as ruas Gildo Oliveira e Jairo Amâncio Castro.

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