Interditado em novembro pelo Promotoria Pública do Meio Ambiente, o Cire Auto Posto continua fechado e se adequando às normas estabelecidas pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Algumas etapas já foram cumpridas, entre elas, a retirada dos tanques de combustíveis e o mapeamento que comprovou a contaminação no solo e na fase livre (água).
Francisco Roberto Setti, gerente regional da Cetesb, explicou que, para que o posto volte a operar, ainda falta a apresentação de um relatório de retirada do combustível que vazou no solo.
Segundo ele, esse trabalho já começou e a água está livre de contaminação, mas é preciso um estudo detalhado da recuperação do solo. "O risco à população já não existe mais. A contaminação foi restrita à área do posto, mas não descartamos um estudo detalhado para ter certeza de que o problema foi corrigido", disse.
De acordo com Setti, o posto ainda não pode começar a receber nenhum tipo de reforma. "Antes de qualquer obra, vamos ter que coletar amostras e ver se o combustível que vazou está dissolvido. Só depois da completa recuperação do solo é que o posto será liberado para as reformas e para que volte a funcionar".
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