`Zé Coco´ fez a sogra refém por 13 horas


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Policiais invadindo a casa em que o ‘Zé Coco’ mantinha refém sua ex-sogra no Jardim Noêmia
Policiais invadindo a casa em que o ‘Zé Coco’ mantinha refém sua ex-sogra no Jardim Noêmia
A história do casal Nádia e “Zé Coco” foi marcada por seguidas ocorrências policiais. Após a separação, José Carlos Miranda fez loucuras com o objetivo de tentar chamar a atenção da ex-companheira. No dia 3 de abril do ano passado, tomado pelo ódio, ele, com um revólver em punho, invadiu a casa de sua ex-sogra no Jardim Noêmia e a manteve como refém por cerca de 13 horas. Completamente transtornado, Miranda, a todo momento, ameaçava atirar contra a cabeça da aposentada Maria das Dores, mãe de Nádia, que ficou horas na porta do imóvel tentando convencê-lo a se entregar à polícia. “Zé Coco” queria de todas as maneiras que sua ex-mulher viesse ao quarto falar com ele. Como estava armado e existia o risco do mesmo tentar matá-la, a polícia não atendeu à exigência. Após um desgastante processo de negociação e de convencimento, ele resolveu se entregar aos policiais que cercavam a casa. José Carlos de Miranda foi autuado em flagrante por cárcere privado, porte de arma e tentativa de homicídio. Na ocasião, ele feriu o ex-concunhado, Edvaldo Rossi Alves, 33, com um tiro que o atingiu de raspão na cintura. [FOTO2] Por conta desse caso, ele ficou cerca de 11 meses na cadeia. Mesmo atrás das grades, mandava cartas ameaçadoras para a ex-companheira. Depois de libertado, em março deste ano, continuou a ameaçar a ex. Ontem, cumpriu as ameaças e se matou, deixando apenas uma carta em que demonstrava claramente sua revolta. "Para Família da Silva. Agora é hora da família disgraçada (sic) sentir o que eu senti". Em um outro trecho da carta, “Zé Coco” demonstra que o crime iria acontecer antes do Natal. "Quero que tenham o Natal e o próximo ano só de tristeza, angústia e infelicidade". A carta foi encontrada por policiais no bolso da camisa de José Carlos Miranda.

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