Caminhão destrói parede de residência


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Após derrubar árvore e parede de casa no Jardim Aeroporto, caminhão desgovernado tombou e foi parar no meio da rua:
Após derrubar árvore e parede de casa no Jardim Aeroporto, caminhão desgovernado tombou e foi parar no meio da rua:
A sorte evitou que a estatística de mortos em acidentes recebesse novos integrantes ontem no Jardim Aeroporto III. Um caminhão desgovernado desceu dois quarteirões de ré, derrubou uma árvore e só parou após bater na parede de uma casa e tombar no meio da rua. Duas crianças e um homem estavam no imóvel e escaparam por pouco. O motorista se machucou sem gravidade. Faltavam dez minutos para as 8 horas, quando o motorista Laicon da Silva, 32, morador de Ribeirão Preto, chegou à Rua Honório de Lima com um caminhão-baú carregado de produtos alimentícios. Ele faria entregas em estabelecimentos comerciais do bairro. Após estacionar em um trecho de subida acentuada, o veículo perdeu os freios e começou a descer ainda com o condutor na cabine. Desgovernado, o caminhão passou por dois cruzamentos e não atingiu nenhum carro, moto ou pedestre. Para não cair em ribanceira, o que seria fatal, o motorista jogou o veículo sobre uma pequena árvore. Ele ainda derrubou a parede da cozinha de uma casa, o muro de outra e tombou no meio da rua. Não havia ninguém no cômodo na hora do acidente. Um criança de nove anos brincava na sala ao lado. O pespontador Deivid Ywhnas Pereira, 20, e o filho de nove meses estavam no quarto. “Ouvi um forte estrondo e achei que o telhado estava desabando. Quando cheguei na cozinha, percebi que ela havia sido derrubada. Era possível avistar o caminhão por meio do buraco aberto”. Livre da batida, a família do pespontador ainda correu o risco de ser atingida por uma explosão. “Houve vazamento de combustível e o motor ficou ligado por muito tempo. Ainda bem que não aconteceu nada. Foi um susto muito grande. Escapamos por pouco”. O morador da residência não soube precisar o prejuízo recebido, mas recebeu a visita de representantes da empresa que prometeram custear os estragos.

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