Hipnose


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Dos desenhos animados do Woody Pica-pau e do Popeye aos livros de teorias de conspiração, a hipnose sempre foi um tema recorrente na ficcção. As façanhas mostradas nessas obras são tamanhas que há quem pense que a submissão de uma mente a um hablidoso dominador não exista na realidade. Existe, e é utilizada desde os primórdios das civilizações, principalmente em rituais religiosos. A hipnose é uma técnica para guiar a imaginação. Alguém treinado pode submeter a mente de outra pessoa às suas ordens, usando técnicas que às vezes envolvem apenas palavras, outras vezes através de luzes, imagens, gestos ou os famosos pêndulos. A técnica, contudo, só funciona se o hipnotizador tiver a confiança da pessoa a ser hipnotizada. Freud, por exemplo, usou muito a hipnose, como a maioria dos psicoterapeutas de sua época, em seus pacientes antes de optar pela psicanálise consciente. O hipnotizado fica em um estado de consciência diferente, nem acordado, nem dormindo, sua atenção desconecta-se do mundo exterior e se concentra apenas em experiências mentais, sensoriais e fisiológicas. Depois de proibida no Brasil desde os tempos de Jânio Quadros, a prática foi liberada no País como método terapêutico no governo Collor. Existe também a auto-hipnose, ou auto-sugestão perfeita, isto é, quando a pessoa aprende a guiar a própria consciência. USOS NA MEDICINA O psicólogo francano Adriano Acosta usa a técnica como recurso auxiliar em seu trabalho. Ele explica que a hipnose pode ser usada no tratamento de disfunções sexuais (frigidez, ejaculação precoce, disfunção erétil), incontinência urinária, tabagismo, dor, entre outras. Mas ele explica que “a hipnose, nesses casos, deve ser acompanhada de um treinamento de auto-hipnose, e serve para simplesmente curar os sintomas. É preciso que o paciente continue fazendo um tratamento convencional (com psicoterapeuta ou médico, dependendo do caso) para que se descubram e se curem definitivamente as causas do problema”. Acosta explica que a lei brasileira só permite o uso de hipnose por psicoterapeutas, médicos e dentistas. No caso dos dentistas, a hipnose pode ser usada para anestesia e para diminuir a salivação e o sangramento. Existem diversos graus de “dominação” da mente hipnotizada. Nos mais leves (como no caso da injeção), ela pode ser usada como medicamento, como anestesia ou contra o estresse, por exemplo. Já nos graus mais profundos, há uma grande submissão do hipnotizado ao hipnotizador, que é capaz de fazer, por exemplo, alguém comer uma cebola acreditando ser uma maçã e pode ainda levar um criminoso a confessar um crime, etc. SERVIÇOS O telefone do consultório do Dr. Adriano Acosta é (16) 3721-6909

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