Renda do francano fica abaixo da média nacional


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O secretário de Finanças, Sebastião Ananias, disse ontem que pretende ajudar a cidade a crescer mais em 2005
O secretário de Finanças, Sebastião Ananias, disse ontem que pretende ajudar a cidade a crescer mais em 2005
A renda per capita do francano também cresceu na comparação de 2003 com 2004. São R$ 6,7 mil na atual pesquisa, contra R$ 5,9 mil do ano anterior. O valor, que é obtido quando se divide a renda gerada pelo número de pessoas que moram no município, equivale a da região Norte (R$ 6,5) e perde para a média do Brasil, fixada em R$ 9,7. O desempenho fraco de Franca pode ser explicado pelo tamanho da cidade, que cresce em proporções maiores que a geração de riqueza. “Franca é uma das cidades que mais cresce se comparado a outras do mesmo porte, mas aqui não se vê favelas e ninguém abaixo da linha de pobreza. Há explosão de núcleos habitacionais, mas nós trabalhamos para melhor distribuir essa receita. A Prefeitura quer que a cidade cresça com qualidade de vida”, disse o secretário de Planejamento e Gestão Econômica, Sebastião Ananias. Outro problema é o alto índice de informalidade na cidade. Como só são somadas no cálculo do PIB as riquezas declaradas oficialmente, tudo o que é produzido na cidade informalmente pelo comércio e pela indústria acaba não sendo contabilizado. Na região, os destaques ocorrem em Nuporanga, Buritizal, Orlândia e Morro Agudo. Nesses municípios, o PIB per capita é superior a R$ 15 mil por habitante. O impulso está principalmente ligado ao agronegócio, com a cultura da cana-de-açúcar. Entre as cidades com menor distribuição da riqueza figuram Itirapuã (R$ 4,9 mil), Rifaina (R$ 6 mil) e Pedregulho (R$ 6,1).

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