Flávio de Bacco e outros dois criminosos foram presos no dia 6 de julho no interior de uma agência bancária de Jeriquara. Já haviam arrombado o cofre e separado R$ 11 mil, quando foram descobertos. Ele ficou pouco tempo recolhido às celas e, há cerca de três meses, foi promovido à faxina.
Tinha livre acesso às dependências internas da cadeia e à rua. Saia praticamente todos os dias para jogar o lixo fora. O delegado Alan Bazalha Lopes disse que Flávio era um preso de bom comportamento e nunca havia apresentado problemas. Ele não teria autorização para deixar a cadeia sozinho. “A pessoa autorizada deve sempre estar acompanhada por carcereiros”.
Na tarde de terça-feira, Flávio e outro detento deixaram a cadeia pelo portão principal carregando dois sacos de lixo. Passaram por dois policiais militares que fazem a ronda externa, deram cerca de 80 passos e jogaram o lixo em um contêiner colocado na esquina. Em nenhum momento foram acompanhados.
Ele teria entrado em um carro que o aguardava e desapareceu. A fuga só foi descoberta dez minutos depois, quando os carcereiros notaram que apenas o outro preso havia retornado.
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