Com a intenção de abocanhar uma fatia do mercado de bebidas na cidade, cada vez mais comerciantes adaptam seus estabelecimentos para poder oferecer a seus clientes mais opções. Exemplo disso são os postos de combustíveis, que se tornaram pontos de encontro e de consumo de cervejas entre todas as classes sociais. O gerente do Alto Posto Estação, instalado na Rua Diogo Feijó, na Estação, Reginaldo Mariano, 25, afirma que inicialmente as bebidas eram comercializadas apenas na loja de conveniência, mas como o volume de vendas aumentou, os proprietários decidiram apostar na construção de uma câmara fria com capacidade para duzentas caixas de cerveja. E o investimento foi certeiro. Mensalmente, o posto vende 28.800 garrafas e 14.400 latas da bebida. A clientela, segundo Mariano, é muito variada. “Por aqui, passam desde pessoas que tomam uma cervejinha em casa até o pessoal que vai para ranchos e sítios aos finais de semana.”
Quem também não tem do que reclamar dessa paixão dos francanos pela cerveja é o comerciante Luciano Carvalho, 39. Segundo ele, aproximadamente 600 pessoas freqüentam diariamente os seus estabelecimentos (Boteco do Lu e Sapataria da Pizza). E a cerveja é o principal item de consumo. “Francano é apaixonado por cerveja, principalmente o público masculino. As mulheres preferem outras bebidas, porque elas dizem que a cerveja engorda”.
Quanto a números, Luciano não soube precisar a quantidade diária comercializada em seus bares, mas foi incisivo na afirmação: “O francano bebe muito”.
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