Aos 14 anos, sexo na construção


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Estudante de 14 anos afirmou que o acusado chegou a arrancar suas roupas em uma casa abandonada na cidade de Restinga. Família aguarda ação da justiça
Estudante de 14 anos afirmou que o acusado chegou a arrancar suas roupas em uma casa abandonada na cidade de Restinga. Família aguarda ação da justiça
Uma estudante de 14 anos, moradora da cidade de Restinga, protagonizou uma história chocante. Ela foi levada para uma casa abandonada, no bairro conhecido como Mutirão, e lá teria mantido relações sexuais com um pedreiro de 36 anos. A própria garota disse que não foi forçada a nada e contou com desenvoltura os detalhes do ato sexual. O caso só ganhou publicidade porque a irmã da garota, de 13 anos, decidiu chamar a polícia. A adolescente de classe baixa mora com a irmã na casa da tia, em um conjunto habitacional. A mãe é separada judicialmente do marido e trabalha como empregada doméstica em Franca. Só vê a filha aos finais de semana. Segundo a adolescente, de 1,60m de altura, o pedreiro disse ser solteiro e estar apaixonado por ela. A menor, sempre de cabeça baixa, afirmou à reportagem do Comércio que saiu de casa, às 16 horas do sábado, acompanhada da irmã, com destino ao salão paroquial, onde faz o catecismo. No meio do caminho, elas encontraram o pedreiro EAO, 36, casado e morador do bairro. Após uma breve conversa, foram para a praça e lá a vítima teria bebido refrigerantes com o adulto. “Ele conversou com ela e beijou sua boca. Falei que ia chamar a polícia, mas ele não se importou”, disse a irmã da adolescente. Em entrevista à Rádio Difusora, a garota falou com naturalidade sobre o caso. Deu detalhes e afirmou que não houve penetração e que se recusou a fazer sexo oral com o acusado. Ele teria apenas, ejaculado sobre ela. “Me deitou no chão da casa e mandou tirar a roupa. Depois tirou a calça e a camisa e deitou em cima de mim”. A irmã da vítima chamou a polícia e avisou a tia. “Na delegacia o safado me disse que queria namorar com ela. Cheguei a bater na cara dele. Ele é casado e tem filho”, desabafou a dona-de-casa JDS, 44, tia da menina. O pedreiro não foi localizado em sua casa e seus vizinhos não quiseram se manifestar sobre o caso. A polícia investiga a denúncia como averiguação de corrupção de menor. A vítima passou por exame de corpo de delito para saber se ocorreu abuso sexual. “O pedreiro negou ter mantido relação com a menina, mas confirmou ter saído com ela. Pedi urgência no laudo e se confirmar o ato sexual poderei enquadrá-lo por estupro”, concluiu o delegado de Restinga, Marcelo Rodrigues.

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